quinta-feira, 14 de setembro de 2017

JOÃO PAULO AMARAL E ALMIR CÔRTES - CORDAL (EXCL. T B )

Ouvir Cordal é viajar por todos os recantos deste país e redescobrir em cada um deles a beleza, a sofisticação, a simplicidade e a grandeza de sua diversidade musical. Cordas dedilhadas como quem lapida um diamante bruto para oferecê-lo em todo o esplendor de suas múltiplas faces.


Os músicos Almir Côrtes e João Paulo Amaral lançou em 2014 primeiro álbum juntos, intitulado "Cordal". Os instrumentistas individualmente já mostraram suas dedilhadas na viola caipira, bandolim, violão e guitarra, em shows nacionais e em palcos de países como Estados Unidos, México, Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra e França. 


João Paulo
Pesquisando a viola caipira há mais de quinze anos, e com experiência nacional e em palcos de Portugal, Espanha, México, Inglaterra e Estados Unidos, o músico, arranjador e compositor João Paulo Amaral se destaca por propor novos caminhos musicais para a centenária viola caipira. Sobre seu trabalho, escreveram Paulo Bellinati “…além das cores e matizes regionais bem delineados, descobrimos uma viola do futuro”, Ivan Vilela “… só pelo tanto que toca já deixou seu nome impresso na história da viola” e Ulisses Rocha “A música pode ser bonita, difícil, interessante, e muitas outras coisas. Nas mãos do João Paulo, a música é arte!!”.
Seu contato com a música caipira originou-se quando, ainda criança, acompanhava seu pai nas cantorias em Mogi das Cruzes – SP, sua cidade natal, e nas pescarias de férias no sul Minas Gerais. Pós-graduado pela Unicamp, foi pioneiro ao defender o primeiro mestrado em música sobre a viola caipira do país, com pesquisa sobre o lendário violeiro Tião Carreiro. É professor de viola caipira da Faculdade Cantareira(desde 2009) e EMESP Tom Jobim (desde 2005), autor do método de viola utilizado no projeto Guri e do livro/CD“Viola Caipira – arranjos instrumentais de musicas tradicionais”, vencedor do prêmio Ney Mesquita. Desde 2002, participa de festivais e ministra oficinas, workshops e seminários de viola e música caipira por todo país e exterior. Em 2010, com seu trio formado por Alberto Luccas (baixo acústico) e Cléber Almeida (bateria e percussão), lançou o CD “Viola Brasileira”(Cooperativa/Tratore) disco pré-selecionado no 22o Prêmio da Música Brasileira e elogiado pela crítica. Em 2014, lançou o CD “Cordal” em duo com o músico Almir Côrtes combinando viola caipira, violão, bandolim e guitarra, projeto apresentado em turnê em abril de 2015 nos EUA e lançado no Instrumental Sesc Brasil. Em 2016 participou e assinou os arranjos e direção musical de “Açoite”, 4o CD de sua irmã, a cantora Juliana Amaral, com quem trabalha desde 2003. Integrante de importantes grupos no cenário da viola, como o Conversa Ribeira, Trio Carapiá, e Orquestra Filarmônica de Violas (grupo sob sua direção desde 2011), participou de mais de vinte CDs, além de trabalhar com nomes como Renato Teixeira, Robertinho Silva, Natan Marques, Guinga, Luis Felipe Gama e Ana Luiza, Mônica Salmaso, Renato Braz, Toninho Ferragutti, Nailor Proveta, Ivan Vilela, Neymar Dias, Paulo Freire, Ricardo Herz, Paulo Braga, Weber Lopes, Ricardo Matsuda, Isa Taube, Consuelo de Paula, Jean Garfunkel, Wolf Borges, Harvey Wainapel, Jovino Santos Neto, Fábio Presgrave, Rodrigo Digão Braz, Gustavo Bugni, Orquestra Municipal de Jundiaí, Orquestra Sinfônica de Sorocaba, entre outros.

Almir Côrtes
Almir Côrtes atua como músico de cordas dedilhadas (bandolim, violão, guitarra e viola caipira), compositor e pesquisador. Desde 2010 vem apresentando-se regularmente nos Estados Unidos, com especial destaque para sua apresentação como representante do Brasil no Latin Music and Culture Celebration (evento promovido pela Berklee College of Music) e sua atuação como instrutor em 2011 e 2012 no Mandolin Symposium. Natural de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, é Graduado em violão pela UFBA, Mestre (dissertação sobre o estilo de Jacob do Bandolim) e Doutor (tese sobre improvisão idiomática em música brasileira) na área de Performance Musical pelo Instituto de Artes da UNICAMP. Realizou estágio como pesquisador/artista visitante no Departamento de Jazz da Jacob's School of Music na Indiana University (2010/PDEECAPES), e na College of Creative Arts da San Francisco State University (2013/BEPEFAPESP). Além de seu trabalho solo, é integrante da Orquestra Filarmônica de Violas. Em 2005, conquistou o prêmio de melhor música instrumental no III Festival de Música Educadora FM / Bahia com a composição Freveando. Possui 5 CDs lançados. Apresentou-se nas principais capitais brasileiras, nos Estados Unidos, Cuba, Argentina, Paraguai e na Europa (Itália, França e Espanha). Entre suas apresentações de maior destaque estão o Sesc Brasil Instrumental, XIV Festival de Música Instrumental da Bahia, Clube do Choro de Brasília, Lotus World Music & Arts festival, Clube do Choro de Paris e a Virada Cultural Paulista. Ao longo de sua trajetória dividiu o palco com artistas como Nailor Proveta, Armandinho Macêdo, Silvério Pontes, David Grisman, Mike Marshall, Izaías Bueno, Howard Alden, Luiz Guelo, Harvey Wainapel, Alexandre Ribeiro, Ivan Vilela, Daniela Spielmann, Ronaldo Saggiorato e Fernando Brandão. Atualmente é Professor Adjunto de Análise da Música Popular, Arranjo e Prática de Conjunto do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO.
Fonte
 http://www2.unirio.br/http://www.joaopauloamaral.com.br/

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista
Download

JULIANA AMARAL - AÇOITE

Depois de mergulhos no samba nos trabalhos anteriores, a cantora junta tradição e modernidade em um cuidadoso repertório que mistura clássicos do cancioneiro caipira - como as modas de viola “Rio de Lágrimas”, de Tião Carreiro, Piraci e Lourival Santos, e “Padecimento”, de Carreirinho - com composições inéditas de Douglas Germano, passando por releituras de Ataulfo Alves, Milton Nascimento e Chico Buarque; Gilberto Gil e Cazuza. A própria Juliana comparece como compositora em dois temas. Com grande ousadia, dá sua versão à obra prima “Matita Perê”, de Tom Jobim e Paulo César Pinheiro. Os sofisticados arranjos couberam a João Paulo Amaral - músico, compositor e pesquisador ligado ao repertório da viola caipira, também responsável pela direção musical.

Os açoites e os paradoxos que acompanham e atordoam nossos dias conduzem a escolha das canções.
 Além de cantora de voz afinada e segura, Juliana atua também em outras artes. É escritora e atriz, com três álbuns e dois livros lançados, e a participação em espetáculos teatrais, como “Entrevista com Stela do Patrocínio”, encenada e dirigida por Georgette Fadel e Lincoln Antônio; além de artista gráfica.

Neste Açoite, Juliana apresenta retratos sombrios do nosso tempo em interpretações sempre contundentes e sentidas; e alarga seus horizontes musicais, percorrendo outros universos. E faz bonito em temas como a moda “Padecimento”, com participação vocal e viola de seu irmão João Paulo Amaral.

1. Rio de Lágrimas (Tião Carreiro / Piraci / Lourival dos Santos)
02. Matita Perê (Tom Jobim / Paulo César Pinheiro)
03. Cosme (Douglas Germano)
04. Carta (Tom Zé)
05. Um Trem Para As Estrelas (Gilberto Gil / Cazuza)
06. Padecimento (Carreirinho)
07. Desvão (Juliana Amaral / Humberto Pio)
08. Marcha do Homem-Bala (Douglas Germano)
09. Pra Rua (Juliana Amaral / Douglas Germano)
10. Brado Aberto (João Paulo Amaral)
11. Léo (Milton Nascimento / Chico Buarque)
12. Gases Puro (Lincoln Antonio / Stela do Patrocínio)
13. Vassalo do Samba (Ataulfo Alves )

fonte - http://culturabrasil.cmais.com.br

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS



domingo, 10 de setembro de 2017

TAGORE - PINEAL

Pineal (2016, Sony Music) é uma viagem que começa antes mesmo que a primeira música do disco, a introdutória Mudo, tenha início. Basta observar a cósmica imagem de capa do álbum, trabalho que conta com a assinatura de Caramurú Baumgartner, para perceber a essência colorida do segundo registro de inéditas da banda comandada por Tagore Suassuna. Guitarras, vozes e versos que bebem de diferentes fontes psicodélicas, fazendo do registro um verdadeiro delírio musical.
Sucessor do álbum Movido a Vapor, de 2014, o novo disco do grupo pernambucano dialoga com o presente da música psicodélica. Composições que visitam diferentes cenas e referências de forma atenta, ampliando o terreno criativo da banda – completa com Julio Castilho (baixo, guitarra e teclados), Caramurú Baumgartner (percussão e teclados), Emerson Calado (bateria), João Cavalcanti (baixo, guitarra e teclados) e Diego Dornelles (baixo, guitarra e teclados).
Claramente influenciado pelas texturas instrumentais e experimentos incorporados por Kevin Parker no Tame Impala, Tagore e os parceiros de banda fazem de cada faixa ao longo do disco um precioso exercício de reverência. Difícil não lembrar de obras como Lonerism (2012) e Currents (2015) ao esbarrar nas guitarras e distorções de faixas como Camelo. A própria Apocalipse Jeans, 11ª canção do disco, nasce como uma referência direta à também lisérgica Apocalypse Dreams. (cleber facchi)


Conheci Tagore pela Tv achei muito interessante a influencia da psicodelia anos 60/70 em suas musicas, uma hora me lembra Violeta de Outono outra Pink Floyd nos seus primeiros discos, é um bom trabalho.

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS


terça-feira, 22 de agosto de 2017

EDIR CARNEIRO - REMENDO







A musicalidade do cantor, compositor e multiinstrumentista Edir Carneiro vem de berço. Edir faz parte de uma família de músicos, a exemplo de seu pai Manoel Edivasco, também multiinstrumentista e sua irmã Luana Reis, vocalista da banda “ArMarias”. Aos doze anos começou a tocar violão, aos quinze começou a compor e a se apresentar publicamente em sua cidade natal (Feira de Santana, Bahia), e aos dezessete participou de seu primeiro festival de música.
Artistas como Geraldo Azevedo, Xangai, Chico César, Lenine, Roberto Mendes, Paulinho Jequié e Wilson Aragão influenciaram e continuam influenciando o seu modo de compor e cantar.
Desde 2003, Edir Carneiro vem se destacando e engrandecendo seu currículo e repertório através da participação em festivais pelo país. Em 2003, aos 18 anos, foi vice-campeão no III Festival de música “Vozes da Terra”, promovido pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, com a música de sua autoria “Canudos (o hoje)”.
Em 2005 ficou novamente com o 2° lugar na V edição do Festival “Vozes da Terra”; no mesmo ano ficou em 5° lugar no UNIFEST- Festival de Música Universitária da Bahia, realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador-BA. Também em 2005 participou de projetos como o “Natal na Praça” realizado pela TV Subaé (filiada da rede Globo de Televisão) e se apresentou em programas de TV e Rádio veiculados ao estado da Bahia, como o Especial TVE da TV Cultura. Em 2006 e 2008, foi premiado, mais uma vez, no Festival de Música “Vozes da Terra” e em 2009 foi convidado para ser júri na IX edição do referido festival.
Edir também participou de outros importantes festivais de música pelo país, como o Festival Nacional de Música Popular de Ibotirama e o Festival Nacional da Canção (um dos maiores festivais de música do país) realizado em Minas Gerais.
Atualmente, possui mais de 100 composições próprias e um amplo repertório marcadamente influenciado pela música nordestina. Seu primeiro CD, “Remendo”, contendo doze faixas de sua autoria, conta com a participação de grandes nomes na música regional como Xangai, Roberto Mendes e Paulinho Jequié, bem como de artistas de sua terra natal: Maryzélia e José Arcanjos.Este álbum, concorrendo com artistas como Daniela Mercury, Saulo e Mou Brasil, foi eleito o 3° melhor disco baiano lançado em 2013 pelo site de música independente “el Cabong”.





 Maravilhoso disco, cheio de magia, recomendadíssimo !
Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS

PÉ DE CERRADO



O Grupo Cultural Pé de Cerrado se reuniu, pela primeira vez,  em 1999, com a proposta de pesquisar a cultura brasileira, depois que seus primeiros integrantes realizaram a trilha sonora da peça “A Pena e a Lei”, de Ariano Suassuna, ainda recém-formados pela Escola de Teatro Dulcina de Morais.
O grupo é formado pelos multi-instrumentistas e pesquisadores da cultura brasileira Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Bruno Berê, Fernando Fernandes, Pablo Fagundes e Clênio Guimarães. Com a destreza de misturar as diversas formas de expressão artística e as mais plurais manifestações da cultura brasileira, os espetáculos trazem música, circo, dança, poesia, teatro e proporcionam uma intensa participação do público.
Influenciados por grandes mestres da música brasileira, como Luiz Gonzaga, Hermeto Pascoal, Quinteto Violado, Antônio Nóbrega e outros tantos nomes da música instrumental, o grupo foi responsável por importantes projetos culturais em Brasília, como o projeto infantil “O Pé na Escola”, o projeto “Ensaio Aberto” e o projeto “O Pé Convida”.
O “Ensaio Aberto”, entre 2002 e 2003, atraía mais de mil pessoas todas as quartas-feiras no clube da Associação dos Funcionários do Banco de Brasília e contou com a participação de músicos consagrados, como Hermeto Pascoal.
O projeto independente “O Pé Convida” teve em suas muitas apresentações lotação esgotada. O grupo, que investe intensamente em pesquisa, procura divulgar a raiz da cultura popular brasileira.
Nesses dezoito anos de carreira, lançaram dois CDs, um DVD e trabalham atualmente na produção de um DVD infantil.
A diversidade de performances e ritmos do grupo cultural Pé de Cerrado possibilita apresentações em diversos eventos, como o Tangolomango no Rio de Janeiro e em grandes shows como os de Jorge Ben Jor, O Rappa, Dominguinhos, Zé Ramalho e tantos outros.


Pablo Ravi
Músico, ator, palhaço, produtor, professor. Formado em artes cênicas, idealizou o Pé de Cerrado ao realizar a trilha sonora de peça teatral de Ariano Suassuna. Toca na noite brasiliense há mais de quinze anos. Tem ampla experiência de direção musical com diversas bandas, no teatro e em festivais. Foi regente do coral infantil do SESI, em Taguatinga. Atualmente realiza trabalho de conscientização e valorização da cultura indígena para crianças e adolescentes em parceria com a Tribo Fulni-ô, de Pernambuco. Estudou canto, piano e sanfona na Escola de Música de Brasília, é diretor musical do Circo Teatro Artetude é um dos produtores do Grupo Cultural Pé de Cerrado.

Bruno Ribeiro
Cantor, compositor, violonista. Há doze anos no teatro trabalhou com o grupo Os Donos do pedaço. Formou-se em Artes Cênicas na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (DF). Atuou na peça “A Pena e a Lei”, de Ariano Suassuna, exibida em Brasília. Traz experiência de vários outros trabalhos teatrais. Foi professor da Fundação Educacional do Distrito Federal e estudou canto, violão e violoncelo na Escola de Música de Brasília.


Fernando Rodrigues 
Contrabaixista, percussionista e compositor. É produtor musical, técnico de som, realiza trilhas sonoras e é dono do Studio Sonar, no DF, onde realiza trabalhos musicais, gravações e ensaios. Estudou canto e baixo elétrico na escola de música de Brasília e toca com os mais variados artistas nas noites da capital.


Bruno Berê 
Violonista, guitarrista e compositor. Formado em guitarra pela Escola de Música de Brasília, estudou na Escola Brasileira de Choro Rafael Rabello e, atualmente faz sua segunda graduação, em Música Popular, na Universidade de Brasília (UnB). Bruno Berê mantém projetos de música instrumental, em parceria com músicos da cidade.


Pablo Fagundes
Gaitista e flautista. Formado pela Escola de Música de Brasília. Foi representante do Brasil no mais importante festival de Harmônicas da França, o Harmonica Sur Cher e participou de um dos mais importantes festivais de gaita da Europa, o Harmoliege, na Bélgica. Pesquisador d a gaita, organizou e implantou, na Escola de Choro Raphael Rabello, o primeiro curso de gaita cromática, do qual é professor titular, há 4 anos. Gravou o CD Transcontinental Music Express, indicado ao Prêmio TIM de Música, em 2008, com o músico norte-americano Ted Falcon, e o CD solo Foles, com participação de Dominguinhos. Em parceria com o Ibama, criou o corpo da primeira gaita diatônica com madeira nacional não ameaçada de extinção. Em um universo de mais de 200 espécies, 12 foram selecionadas. O projeto chamou a atenção da mais tradicional fábrica de gaitas do Brasil, a Hering, que encampou a ideia e hoje fabrica e distribui para o mundo as gaitas originárias desse projeto.

Clênio Guimarães Rodrigues
Percussionista e Mestre em Música pela Universidade Federal de Goiás – UFG (Área de Concentração – Música na Contemporaneidade, Linha de Pesquisa – Música, Cultura e Sociedade). Em 2011 defendeu a dissertação intitulada – Sussas e Curraleiras Kalungas: na Folia do Divino Pai Eterno da cidade de Cavalcante – GO e na Festa de Santo Antônio da comunidade do Engenho II. Sua formação musical variada e ampla proporciona que atue como professor de Percussão Popular, Percussão Erudita e Bateria. Desde 2010 é professor efetivo da Secretaria de Educação do Estado de Goiás atuando como professor de bandas musicais e da disciplina música para o ensino fundamental (6º ao 9º anos). Também é docente do IFG (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás), em regime temporário, lecionando no curso Técnico em Instrumento Musical. Licenciado em Música pela Universidade de Brasília – UnB, tem ainda em sua formação Cursos Técnico em Música e Técnico em Instrumento – Bateria, pela Escola de Música de Brasília – EMB (2006). Como percussionista integrou a primeira formação da banda Salve Jorge, atualmente banda Salve.

Se vc gostar de algum dos discos abaixo adquiri o original, valorize a obra do artista.

 Download
TERRA BRASILIS


Download
TERRA BRASILIS

VALDIR VERONA - TONS DA TERRA / O VIOLEIRO E O POETA

Mais dois discos clássicos do mestre Valdir Verona que deve ser ouvido em estado de graça.
Uma boa sugestão enviada pelo parceiro Marcelino Lima nos comentários .
https://barulhodeagua.com/2017/04/21/939

Tons da Terra é o segundo CD solo de Valdir Verona, onde foram registrados temas instrumentais e canções, sendo a maior parte delas autorais. Entre as regravações, foram registrados arranjos para Desgarrados e Pra Ti Guria - dois clássicos da música do RS e Perobeira-Maria de Roberto Corrêa - mestre de viola do Valdir Verona.Entre as gravações do CD, estão as versões originais de Enseada, Tons da Terra e Aviso , dois temas já registrados em outros CDs do músico que fazem parte do seu repertório atual.

Se vc gostou adquiri o original valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS

 O Violeiro e o Poeta é um CD que tem por repertório, canções compostas por Valdir Verona com letras do Juarez Machado de Farias, também temas instrumentais de Valdir Verona e poemas compostos e interpretados por Juarez Machado de Farias. A parceria de Juarez e Valdir vem de longa data, a partir dos Festivais de Poesia do RS, onde se conheceram, passaram a compor juntos. Neste CD, foi registrada, além das composições inéditas, a primeira composição desta parceria, a música "Aviso", gravada originalmente no CD Tons da Terra , lançado em 2000.

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
TERRA BRASILIS

domingo, 20 de agosto de 2017

VALDIR VERONA - ESTRADA

Músico, professor, produtor e diretor musical, Valdir Verona fez participações em diversos álbuns de música e poesia. Desenvolve trabalho de resgate da viola na música do Sul do país, com recitais, shows, composições, gravações, edições de partituras e oficinas de música. Além de diversas turnês pelo Brasil, realizou apresentações no exterior. Ganhou o `Prêmio Excelência da Viola Caipira de 2010` e 2013.

O presente trabalho mostra um pouco das diversas facetas do artista nessa estrada: O músico - violeiro,violonista,cantor,compositor e arranjador. No repertório deste CD entre temais instrumentais e canções,estão novas composições,arranjos próprios para regravações e releituras para composições registradas nos primeiros CDs de Valdir Verona. * CD com 3 indicações ao Prêmio Açorianos de Música de 2013. Indicado ao Prêmio da Música da Serra Gaúcha 2016.
Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download