domingo, 26 de março de 2017

FRANCIS ROSA - CAMINHADA - PASSAREDO (exclusividade terra brasilis)


Violeiro, cantor e compositor, Francis Rosa tem em seu repertório canções que traduzem seu amor e respeito pela serra da Mantiqueira.

Sua inspiração veio em Joanópolis, cidade localizada em plena serra, onde foi nascido e criado. Suas apresentações, são garantia de um público permanentemente entretido e emocionado.

Francis Rosa toca e canta na prestigiada companhia dos músicos Paulo Garcia (Baixo e Vocais), Jonas Barroso (Violão e Vocais), Rafael Henrique (Cello), Gel Oliveira (Percuteria) e Rafael Schimidt (Violão e Vocais), envolvendo o expectador em uma atmosfera bucólica e acolhedora, que o aproximará do que é sentido nas fogueiras e rodas de viola, muito comuns nos terreirões das fazendas e lugarejos tantos da Serra da Mantiqueira.
Confira tb a postagem de Francis rosa em abril de 2016 aqui no blog.
Se vc gostou de algum dos discos abaixo adquiri o original, valorize a obra do artista.

Recomendadíssimo !!!!!
 CAMINHADA

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PASSAREDO

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terça-feira, 21 de março de 2017

JOÃO TRISKA - NOS BRAÇOS DOS PINHEIRAIS / IGUASSUL




João Triska, legítimo filho do Sul do Brasil, desbravador do território sul-americano e considerado um dos novos e promissores talentos dentro do universo da música popular brasileira mostra, aos seus 28 anos, ao que veio. Explorando os variados gêneros, ritmos e elementos estéticos da América do Sul, é dono de uma sonoridade singular e inovadora, imbuída de uma personalidade inquieta e crítica, integrando à linguagem moderna e contemporânea o essencial de suas raízes. "Iguassul", seu segundo trabalho de estúdio, nos convida a romper as ilusórias fronteiras entre o Brasil e América do Sul,  em canções que fluem livremente entre o português e o espanhol, entre a milonga, o baião, o reaggea, o rock e a lambada. 
A riqueza de timbres, cores e sotaques nos fazem percorrer o continente junto com Triska, que compôs muitas das canções em viagens pela América do Sul, como é o caso de "A Semente"(Mato Grosso) "Ojo del Inca"(Bolívia),"Cerro Memby"(Paraguay) e "Guartelá"(Paraná).
A forte vertente e criatividade do compositor brasileiro, a sagacidade e sobriedade de sua poesia e a valorização das raízes indígenas revelam-se em músicas como  "Iguassul" e "Peabiru" e num dos hits do disco: "Chima", que conseguiu traduzir o hábito cultural mais presente no Sul através do humor e no embalo de um bom Reggae.

Outro destaque do trabalho são as parcerias entre João Triska e o premiado poeta mineiro Guilherme Gontijo, cujo estilo indecifrável faz o que há de mais belo e sofisticado soar simples e direto, como em "Jataí" e a "Pedras, Panos, Liberdade", que, vale a pena ressaltar, se encaixa perfeitamente com a situação e atual conjuntura política brasileira.
Os profissionais escolhidos por sua vez trouxeram consistência e bagagem para a missão Iguassul; seja no exímio cuidado e sutileza de timbres da produção musical de Luis Piazzetta, das guitarras "encarnadas" de Du Gomide, das notas precisas do baixo de Thiago Duarte ou da riqueza percussivamente latina de Léo Cardoso e Denis Mariano. A soma dos talentos individuais foi muito valiosa em todo processo de gravação, onde buscou-se a construção coletiva dos arranjos das canções de modo a favorecer a liberdade criativa e a harmonia do conjunto. 
No desfecho desta expedição musical pelo curso do rio "Iguassul", em busca da lendária "Terra sem mal", as duas presenças que brilham são do consagrado cantautor Paulinho Moska em "A Linha Além", que tem trilhado este caminho de conexão com a América do Sul e cuja conexão com a musicalidade de Triska foi imediata e da bela e delicada voz da cantora Thamires Tannous, que interpreta a romântica canção "Em Teu Ser".
O primeiro álbum solo de João Triska, "Nos Braços dos Pinheirais", lançado em 2015, focado em resgatar e difundir a musicalidade de raiz de sua região e explorar a sonoridade da viola e do acordeom, foi eleito um dos mais influentes do Estado do Paraná em 2015 (Gazeta do Povo), figurou entre os 100 melhores da música brasileira de 2015 (Ed. Félix), além de levá-lo à final do PPM2015 na Categoria de Melhor Artista Regional.
Iguassul é um passo além-mar, o lança em direção ao pop, ao "som universal", e faz de João Triska um dos novos nomes da música popular brasileira, por defender um trabalho genuíno e capaz de apresentar a estética do Sul ao resto do mundo, expressando em canções a exótica beleza sul-americana.

NOS BRAÇOS DOS PINHEIRAIS
 
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IGUASSUL
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domingo, 19 de março de 2017

XANGAI - ESTAMPAS EUCALOL (AUDIO DO DVD)


O primeiro DVD do grande cantador Xangai de 2006 tem uma cantoria de 78 minutos gravada ao vivo no Rio de Janeiro com participação especial de Elomar. A produção, ilustrada pelas famosas 'Estampas Eucalol', alinha os maiores sucessos de Xangai e algumas inéditas, traçando o mais completo retrato deste vaqueiro, violeiro e cantador, no palco, em casa e na fazenda.
A cantoria foi gravada na Sala Funarte, e conta com João Omar (violão), Ocelo Mendonça (celo e flauta) e Ferretti (percussão), além da participação da cantora Maria Porto.

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quinta-feira, 2 de março de 2017

VAVÁ CUNHA

Nos garimpos preciosos que existem por ai Brasil afora encontrei uma pedra muito preciosa, de um canto e poesia de valor inestimável.
Esse tesouro escondido pelas Terra Brasilis  se chama Vavá Cunha, grande musico e compositor da cidade de Malhada - BA, morando atualmente em Correntina - BA.
O que mais me chamou atenção foi uma postagem alguns dias atrás aqui no blog de um disco do Geraldo Azevedo "Salve o São Francisco" na qual Vavá Cunha faz participação com a musica de sua autoria "Saudades do vapor".
A corrida por alguma informação de  trabalho fonográfico foi difícil porque tem poucos dados sobre o musico.
Depois de dias de luta consegui arquivos de uma cantoria valiosa, porem sem nenhuma informação técnica ou até mesmo a capa do disco.
É um trabalho acústico e primoroso com excelentes arranjos de cordas.
Recomendadíssimo !!!
Se vc gostou procure adquirir o original, valorize a obra do artista.
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CARLINHOS VEIGA E BANDA - PARCEIRAGENS

O cantor e compositor Carlinhos Veiga lançou em 2014 o  CD, “Parceiragens”, oitavo disco de sua carreira. O que torna esse trabalho diferente dos demais é que foi produzido por meio de financiamento coletivo – um crowdfunding – através do “Catarse”, um site que funciona como uma ferramenta que possibilita o financiamento de projetos criativos, via internet e redes sociais. Ao todo foram quase 270 parceiros que investiram recursos dando vida a esse álbum.
Segundo o dicionário, parceiragem é a reunião de pessoas que são parceiras; o mesmo que parceirada. Foi nesse espírito que o CD de Carlinhos foi gravado. Para começar, esse foi o trabalho que ele mais desfrutou de parcerias nas canções, dividindo com vários companheiros e companheiras as autorias. Depois, as parceiragens seguiram com a participação na gravação de vários músicos do cenário brasiliense, tanto instrumentistas como cantores, conferindo riqueza sonora e diversidade às canções.
Carlinhos Veiga nasceu em Goiânia, e desde pequeno foi influenciado pela musicalidade da família. Nos primeiros anos da década de 80 iniciou sua carreira, caracterizada pelo compromisso com as raízes culturais brasileiras.
Muito embora seu trabalho revele grande influência da música regional e traga a sonoridade de instrumentos como a viola caipira e a viola de cocho, entre outros, são inegáveis as nuances urbanas e a influência de grandes nomes da MPB. O resultado é uma miscigenação de sonoridades.
A viola caipira foi introduzida no trabalho de Carlinhos em 1990, quando ainda atuava no grupo musical Expresso Luz. Anos depois participou do Prêmio BEG Natureza, promovido pelo Banco do Estado de Goiás, recebendo o prêmio maior na categoria canção. O resultado foi a gravação de seu primeiro CD solo, TERRA (1995).
Depois disso vieram MENINO (1999), sua primeira produção em Brasília, MATA DO TUMBÁ (2002), SANTA LOUVAÇÃO (2003), SIRIPEQUI – entre mangues e cerrados (2005), gravado em parceria com o artista capixaba Rogério Pinheiro, FLOR DO CERRADO (2007), com o apoio do FAC – Fundo de Arte Cultura, da Secretaria de Cultura do GDF e mais recentemente o CD e DVD CHÃO (2011), gravado ao vivo na cidade de Pirenópolis.
Em 2008 realizou o projeto PELAS ESTRADAS DESSES BRASIS, com o apoio da Funarte – Ministério da Cultura, realizando uma série de quatro shows dividindo o palco com músicos de diversas regiões brasileiras, entre eles o mineiro Telo Borges.
Nos últimos anos Carlinhos se apresentou nos principais espaços culturais de Brasília, e esteve em dezenas de cidades brasileiras em apresentações variadas, desde grandes teatros a espaços mais intimistas. Apresentou-se ainda em Angola, Costa Rica, Portugal, Itália, entre outros países. Em 2008 encerrou o show da prévia do Brazilian Day New York, realizado na véspera desse conhecido festival, em plena 46th Street, sendo aplaudido calorosamente pelo público presente.
Em 2009 foi um dos 60 artistas brasileiros selecionados para a participação no Projeto Pauta Funarte. Em 2010 foi premiado no “Festival Nacional FM”, com a canção Maragogi, e no “Prêmio Tom Jobim de Música”, promovido pelo SESC, com a canção Catavento. Em ambos festivais recebeu a premiação de Júri Popular.
O ano de 2012 foi especial para Carlinhos Veiga. Depois de ser o artista homenageado no evento Som do Céu (BH), se presentou no evento “Sonidos de la tierra”, no México e do The Polite Room, na Inglaterra. Teve sua canção Raiares, parceria com Robson Rodrigues, eleita em primeiro lugar no Prêmio SESC de Música Tom Jobim 2012.
Em 2013, recebeu o terceiro lugar na categoria melhor música do Festival Candango Cantador, com a canção Ouro Preto, sua parceira com Gladir Cabral.
 “Parceiragens”, foi gravado em janeiro de 2014 e  contou com a produção, gravação e edição de Thiago Pinheiro. A masterização foi feita pelo premiado engenheiro de som Dave Glasser (Air Show Martering, Colorado, EUA).

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

XAXADO NOVO - SERTÃO CIGANO

O título Sertão Cigano, escolhido para batizar o primeiro CD da banda Xaxado Novo, já demonstra a intenção de explicitar os elos entre a música do oriente e a do sertão nordestino. Lembrando que os primeiros traços culturais da cultura árabe no Brasil surgem da influência que os portugueses absorveram em quase oito séculos de dominação moura na Península Ibérica.

O trabalho do Xaxado Novo começa pela atração dos integrantes da banda - Davi Freitas, Felipe Gomide, Bruno Duarte e Marcus Simon - três paulistas e um gaúcho, pelo som e a cultura do nordeste brasileiro. Os jovens decidiram então agregar temperos cosmopolitas e o som cigano oriental a baiões e xaxados. Felipe e Bruno integraram a Orqestra Bandida que apresenta trabalho focado nas culturas orientais.

 Nas pesquisas que fizeram pelo nordeste, puderam conhecer também mais profundamente a literatura de cordel. As aventuras dos rapazes, inclusive, são contadas por meio de um cordel impresso, cujo título é “Xaxado Novo no sertão” e que é vendido em shows e redes sociais.

Violão, rabeca, pífano e percussão, somados a davul, sitar e clarinete turco, mostram essa forte influência da cultura árabe em nossa música, em especial a nordestina. No repertório, além de composições dos próprios integrantes, três releituras: “Olha a pisada”, tema de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, “Xaxado Bossa Nova”, de Antônio Barros e “Ouricuri”, de João do Vale.

A ausência da sanfona, que é substituída pela rabeca é outro diferencial do quarteto.
O saboroso registro inicial do Xaxado Novo conta ainda com o luxo de ter na capa xilogravura feita especialmente por J.Borges, um dos mais importantes gravuristas populares do Nordeste.





Muito bom !!
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

ANÍBAL- CARÊNCIA

Quem nunca ouviu "Alguém", "carência" e outras que embalaram todas as rádios e danceterias de todo pais no final dos anos 80?
Aníbal lançou apenas este disco clássico do pop rock Brasil que para quem viveu a era dourada do rock nacional hoje só resta apenas bons momentos e lembrança nostálgica da mídia nacional.
Um disco muito bem produzido e com letras marcantes que depois de quase trinta anos se considera atuais inclusive "Guerra santa" com toda essa diversidades terrorista de radicais que atormenta o mundo Anibal profetizou para os dias atuais.
Hoje Aníbal ainda trabalha com musica e é considerado um dos grandes DJ do Brasil, com o nome DJ Lord Feifer vc pode conferir no https://soundcloud.com/lord-feifer ou encontrar no Faceboock com este nome no qual estive em contato com ele recentemente..
Costumo dizer que o pop rock nacional deveria ter como mascote o caranguejo, só andou pra trás, o que não aconteceu com Inglaterra, E.E.U.A, Suécia, Escócia, Islândia entre outros onde os novatos  do indie pop rock vão procurar influencias lá no passado com seus ídolos.
Enquanto o trafico estiver lavando e patrocinando Funk, pagode e braganejo e outras coisas de outro planeta iremos conviver com essa amargura escravizando nossos ouvidos.

*Esta postagem é um pedido da seguidora do blog Fabiana oliveira da cidade de Ubatuba - SP.
*Disco ripado do vinil com otima qualidade, esperando que um dia seja remasterizado para midia digital e possamos adquirir o original, vamos esperar .

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